Categoria: Inovação

O Modelo de Gestão de Inovação de Inovação Aberta

Com base nos mais recentes modelos de gestão de geração mais avançada, os gestores brasileiros começam a olhar para a adoção de um modelo da inovação altamente colaborativo, a inovação aberta ou “open innovation”.  Este modelo pressupõe que o conhecimento para promover inovações  encontra-se em qualquer lugar da rede de valor da organização e no mundo globalizado.   Portanto, qualquer empresa que quiser se tornar inovadora deverá abrir as portas de sua organização para idéias que venham de fora; de centros de pesquisa, universidades, outras empresas, mesmo que concorrentes.

O enfoque das empresas que adotam este modelo é mais voltado para o exterior, especialmente no que tange a atuação de seu P&D.  Buscam usar tecnologia externa para alavancar o próprio processo interno de pesquisa e desenvolvimento, e identificam oportunidades em outras empresas para que usem sua própria tecnologia no desenvolvimento de seus negócios.  Portanto, a área de P&D interno destas empresas muda de foco: tornam-se  laboratórios de inovação aberta, que identificam e buscam tecnologias promissoras para aplicação interna, e elaboram uma arquitetura  capaz de integrar facilmente essas tecnologias em seus sistemas.  As equipes do P&D tornam-se integradoras de tecnologias que possam surgir de fornecedores, distribuidores, clientes e outros atores de sua rede de valor.

Empresas que adotam este modelo valorizam as contribuições intelectuais das pessoas de dentro e fora da organização; buscam essencialmente lançar produtos que sejam rentáveis, licenciam patentes para terceiros, franqueiam a troca de conhecimentos e incorporam tecnologias de outros, dividindo riscos e benefícios.  Há, portanto, uma clara preocupação com o conceito de promover a gestão da inovação por meio de processos sustentáveis à longo prazo e não somente em lançar produtos originais.

Em contrapartida, as empresas que adotam um modelo de inovação fechado, limitam-se a utilizar seus recursos internos, investem apensas nos talentos de suas próprias empresas, têm grande preocupação em ser pioneiros e com a originalidade de seus lançamentos, e controlam suas patentes, impedindo que terceiros as utilizem.

Com base em uma gestão voltada para estimular a criatividade, em 2004 a Braskem lançou o “Programa de Inovação Braskem”, passando a adotar o conceito de inovação aberta.  Este programa trata de um banco de idéias aberto a sugestões de todos os cantos, de dentro e fora da empresa, que se utiliza de um software criado para auxiliar na avaliação das propostas.  Em agosto de 2007, a empresa deve colocar em funcionamento um site aberto à pesquisadores, cientistas, professores, técnicos e funcionários de empresas petroquímicas de qualquer lugar do mundo. [1]

A Recepta, empresa de biotecnologia que inaugurou seu primeiro laboratório no Brasil, fechou uma parceria com o Instituto Butantan de São Paulo, na qual adotou o modelo de inovação aberta, o que permitiu que o laboratório funcionasse na sede no instituto, utilizando-se de sua mão-de-obra qualificada.  Parcerias semelhantes tendem a ser realizadas com países desenvolvidos como a Suécia, Estados Unidos, Inglaterra e Austrália), sendo raramente fechados com países emergentes como o Brasil. [2]

Empresas internacionais como a Procter & Gambler, IBM, Novartis, Lilly, Boeing, Du Pont, Apple tornaram a inovação aberta parte de sua estratégia de inovação, abastecendo-se de novidades no mercado de idéias criado pela globalização dos recursos tecnológicos e científicos.

A P&G, rompendo com uma cultura de auto-suficiência, explora mercados de P&D on-line, lançando mão de uma rede mundial de 1,8 milhões de pesquisadores  de alto nível e outros intermediários para buscar e adquirir tecnologias e idéias de inventores independentes.  A empresa tem aproximadamente 45% de seus produtos com elementos originados de outras empresas, sendo que este percentual deverá subir para 52% nos próximos 6 meses, de acordo com seu atual vice-presidente de P&D, Nabil Sakkab.[3]

Utilizando-se de uma rede global de recursos e sites de troca de conhecimentos on-line, as receitas  e o lucro da empresa aumentou de em 42% e 84% nos últimos cinco anos.[4]

No caso da P&G a conexão com a rede externa pode se dar de três formas diferentes, adotadas simultaneamente. A empresa divulga em seu site de inovação aberta, como a Innocentive o NineSigma,  informações sobre suas necessidades técnicas e científicas e aguarda respostas; posta pedidos de maneira anônima, oferecendo recompensas financeiras, ou ainda utiliza sua própria rede de fornecedores.[5]

De acordo com Nambisan e Sawhney[6]  o número de empresas que buscam inovação no mercado, sejam de conceitos embrionários, idéias, patentes ou sejam de negócios já prontos vem crescendo.  Empresas como a Intel Capital, a fabricante de microprocessadores, investe em start-ups de tecnologia e fomenta a inovação, enriquecendo seu eco-sistema de negócios. A Nokia lançou o Concept Lounge, fórum interativo criado para descobrir e adquirir conceitos de produtos futuristas e inovadores direto de fontes independentes.

Em decorrência desta nova tendência na busca de recursos externos para a inovação na organização,  surge um novo profissional denominado do “Capitalista da Inovação”. Sua atividade é buscar e avaliar conceitos e produtos na comunidade de inventores; desenvolver e aprimorar tais conceitos para que sua viabilidade de produção e potencial comercial possam ser avaliados; e oferecer os resultados almejados pelas empresas para as quais presta seus serviços.

Outros profissionais, também conhecidos como intermediários da inovação, atuam na busca de fontes e recursos externos para a inovação – são os chamados agentes de licenciamento, corretor de patentes, olheiro de idéias e capitalistas de invenção, que identificam idéias ainda em estado bruto; enquanto que os capitalistas da inovação buscam idéias prontas para o mercado.  Os capitalistas de risco e incubadoras de negócios já focam sua atuação em produtos prontos para lançamento. [7]

Algumas empresas, como a Innocentive, um desmembramento da Eli Lilly and Company, e a NineSigma adotam a inovação aberta como seu principal modelo de gestão, criando um mercado global de conhecimento científico, no qual qualquer pessoa pode contribuir com as tecnologias que desenvolveu. Os processos e estruturas da Innocentive, por exemplo,  conectam uma rede global de buscadores e solucionadores de problemas, que permite empresas identificarem e contratarem as competências necessárias para lidar com desafios técnicos difíceis de resolver internamente.  Em três anos, após seu lançamento, a Innocentive já pagou mais de U$ 1 milhão em “gratificações” para sua comunidade de solucionadores de problemas. [8]

O principal desafio na adoção do modelo de inovação aberta está em encontrar as pessoas certas e fomentar o trabalho colaborativo entre elas; e buscar integrar descobertas científicas de forma inovadora, na forma de uma nova experiência de consumo.  As síndromes do “Não Inventado Aqui”, na qual a organização descarta produtos que não sejam desenvolvidos internamente, e do “Não Vendido Aqui” [9], na qual a organização se recusa a adotar idéias que sejam originadas externamente ou insiste em ter exclusividade no uso de sua tecnologia restringindo este uso aos seus próprios canais de venda, são fatores impeditivos à adoção de uma estratégia de inovação aberta.

No médio prazo, a inovação aberta  obrigará  empresas à rever seus paradigmas sobre os modelos de gestão que adotam para gerir seus recursos humanos, tecnológicos e financeiros.  O relacionamento empregado-empregador e a relação que o profissional tem com sua capacidade produtiva, certamente será revista à luz deste novo modelo de gestão!

Autora: Ingrid Paola Stoeckicht,  Fundadora e Diretora Executiva do Instituto Nacional de Empreendedorismo e Inovação – I.N.E.I.  Sócia-Diretora da INNOVATION, Practices & Strategies.


1 “Aqui nasceu o plástico verde” in Época Negócios. Agosto, 2007. p. 95.
2 “Inovação Aberta – O Planeta é o seu laboratório” in Época Negócios. Julho, 2007. p. 78-80.
3 “Inovação Aberta – O Planeta é o seu laboratório” in Época Negócios. Julho, 2007. p.81.
4 Morten Hansen e Julian Birkinshaw. “A Cadeia de valor da Inovação” in HBR, junho, 2007.
5 “Aqui nasceu o plástico verde” in Época Negócios. Agosto, 2007. p. 96.
6 “Guia de Compres para a Feira de Inovação” in HBR.  Junho, 2007, p. 75.
7 Você poderá obter uma tabela explicativa dos diferentes papeis e formas de atuação dos intermediários da inovação, no artigo “Guia de Compras para a Feira de Inovação” in HBR.  Junho, 2007, p. 80.
8 Hamel, Gary & Green, Bill. O Futuro da Administração.  Rio de Janeiro: Editora Campus, 2008.
9 Henry Chesbrough.  “As novas regras de P&D” in Implementando a Inovação.  Rio de Janeiro: Editora Campus, 2007.

15 principais atributos de um Inovador.


Silvio Martinelli Trinca, descreve os 15 principais atributos de um Inovador.

  1. Desafia status quo: Insatisfeitos com a realidade atual. Questiona a autoridade e a rotina. Confronta pressupostos.
  2. Auto – motivado: Responde às necessidades interna profunda. Pro-ativamente iniciar novos projetos. Intrinsicamente recompensados pelos esforços.
  3. Empreendedor: Persegue o benefício, trabalha individual e coletivamente, podendo ser definido como indivíduo que inova, identifica e cria oportunidades de negócios.
  4. Ético: Pessoa de postura e conduta irrepreensível.
  5. Tolera ambigüidade: Confortável com o caos. Não se contenta com a primeira “idéia”.
  6. Balanço entre intuição e análise: Alterna entre pensamento divergente e convergente. Confia em seu instinto, usa a mente.
  7. Perseverante: Diligente e persistente. Campeão em novas idéias com tenacidade. Comprometido com resultados.
  8. Curioso: Ativamente explora o seu ambiente. Investiga novas possibilidades.
  9. Visionário: Altamente imaginativos. Mantém uma orientação futura. Pensa em imagens mentais.
  10. Assume riscos: Vai para além da sua zona de conforto. Experimental e não conformista. Corajosamente dispostos a “falha” (mas aprende através de feedback).
  11. Comprometido com a aprendizagem: Continuamente busca conhecimento. Sintetiza novos input rapidamente. Balanço entre busca de informações e ação.
  12. Colaborativo: Continuamente busca conhecimento. Aberto para receber “coaching e inputs”. Suporta melhorias quando necessário.
  13. Resiliente: Recupera-se da decepção. Aprende rápido com feedback. Disposto a “tentar, tentar novamente.”
  14. Flexível: Aberto à mudança. Capazes de se adaptar ao plano, conforme necessário. Entretém várias idéias e soluções.
  15. Construtor (builder): Construir no presente para o futuro. Investir em pesquisa básica e tecnologia de ponta.

O Apple iPad chegou!

O site GDGT comentou a apresentação de Steve Jobs veja aqui.

Quem é a Geração XD, que não conhece o mundo sem a internet?

Eles têm entre 8 e 14 anos e não conheceram o mundo sem internet. Formam o que a Disney chamou de Generation XD, filhos da Generation X (os nascidos entre 1961 e 1981). Naturalmente, ao batizar essa nova geração, a empresa aproveitou para reforçar a marca de seu mais novo canal, o Disney XD. A pesquisa, realizada junto com a TNS na Europa, com mais de 3.000 crianças, encontrou uma turminha que vive a tecnologia, mas também também pratica a interação pessoal, preocupa-se com o futuro e com a questão ambiental.

  • A garotada de 8 a 14 usa a tecnologia para melhorar e não para substituir a interação social. O contato pessoal ainda é o preferido quando se trata de encontrar amigos (30%). Mais do que a comunicação através de SMS (15%), chat via internet (14%), conversas pelo celular (8%).
  • No ranking de atividades mais comuns na internet, o 1o lugar fica com os jogos. O 2o, com os deveres de casa.
  • Essa é uma geração que tem hábitos financeiros saudáveis – 70% guardam suas economias em lugar de gastá-las imediatamente.
  • Os valores familiares e as vocações tradicionais sao mais fortes do que o interesse pela fama. As profissões que mais despertam interesse são – veterinário, professor, jogador de futebol, médico e policial.
  • Em todos os países europeus onde a pesquisa foi feita, as respostas das crianças colocaram as mães (43%) e os pais (30%) no topo da lista das pessoas mais admiradas.
  • 97% disseram que é importante cuidar do planeta e 74% responderam que reciclar é uma prática cotidiana em suas vidas.

De acordo com a Disney, a Generation XD tem um alto nível de compreensão de questões socio-econômicas, profundos valores familiares e já demonstram que seu comportamento terá forte impacto no futuro.

Via Crianças e Midia

O DNA do Inovador

Um artigo na HBR de Dezembro joga um pouco de luz no assunto Inovação. O artigo, escrito por Clayton Christensen, professor de Harvard, fala sobre a análise de um estudo de 6 anos que ele realizou. A ideia era tentar descobrir o que diferencia os líderes/empreendedores inovadores dos demais. Foram descobertas cinco habilidades que todos os inovadores possuem. Abaixo uma breve descrição de cada uma.

Habilidade 1 – Associação: Como o Steve Jobs costuma falar “Criatividade é conectar as coisas”. O estudo mostrou que a inovação muitas vezes acontece através da conexão de experiências ou conhecimento. Quanto mais diverso nosso conhecimento e experiências, mais conexões poderão ser feitas. O estudo mostrou que umas das experiências mais transformadoras na vida de pessoas inovadoras é passar por experiências internacionais e experimentar novas culturas. Nos “9 princípios de inovação do Google”, o princípio nº2 é “Ideias podem vir de qualquer lugar”

Habilidade 2 – Questionamento: O grande Peter Drucker já dizia que o importante não são as respostas certas mas saber fazer as perguntas corretas. Uma característica importante dos inovadores é questionar o statu quo. Não existe inovação sem as perguntas: Por que? Por que não? E se?

Habilidade 3 – Observação: Uma das filosofias da Toyota é “vá até o local e observe você mesmo”. Observar o usuário interagindo com o produto/serviço no dia a dia ajuda a descobrir insights que nunca teríamos fazendo pesquisas de mercado. O princípio de inovação nº6 do Google já diz tudo: Usuários, Usuários, Usuários.

Habilidade 4 – Experimentação: Thomas Edison costumava falar “Eu não fracassei. Apenas encontrei 10.000 maneiras que não funcionou”. O mundo é um laboratório. Empresas como o Google e Amazon conduzem centenas de pequenos experimentos todos os dias.

Habilidade 5 – Networking: Estamos falando de um tipo diferente de networking que costumamos ouvir por ai. O networking dos inovadores não é focado em se relacionar com o mercado ou cultivar o marketing pessoas. Eles buscam conhecer pessoas interessantes de diversas áreas e perspectivas. Um dos pontos importantes levantados pelo estudo é a participação em conferências como TED, Davos que sempre trazem insights valiosos. A inspiração de Michael Lazaridis, fundador da Research in Motion, para o aparelho de celular Blackberry aconteceu durante uma palestra da Coca Cola.

Imaginem dois profissionais de capacidade parecida. Damos a eles uma semana para criar uma nova ideia de negócio. O primeiro fica trancado no quarto pensando sozinho. O segundo, 1- fala com 10 pessoas (músicos, engenheiros, designers, economistas, etc) 2- visita 3 start-ups para observar como eles trabalham, 3- compra novos e inovadores produtos para experimentar, 4- mostra suas ideias e protótipos para várias pessoas e 5- Se pergunta “E se eu fizesse isso? Por que não tentar esse novo material? durante as quarto etapas anteriores.

Quem você acha que traria a ideia mais inovadora e viável?

Alguns dos empreendedores estudados: Steve Jobs (Apple), Jeff Bezos (Amazon), Marc Benioff (Salesforce.com), Herb Kelleher (Southwest Airlines), Peter Thiel (PayPal), Pierre Omidyar (eBay), Niklas Zennstrom (Skype), Michael Dell (Dell), Scott Cook (Intuit), entre outros. Via HSM/UoD

Especial Inovação: Falta cultura às empresas brasileiras

Dos 36 produtos eleitos Produto do Ano de 2009 em pesquisa realizada pelo Ibope sob encomenda da Peres & Partners, apenas seis são de empresas genuinamente nacionais. Cinco da Ingleza, do segmento de limpeza, e um da Glamm, de vinhos. Multinacionais como Johnson & Johnson lideram o ranking de inovação com destaque para a Procter & Gamble com 11 produtos entre os mais inovadores do ano.

O Brasil é um dos 10 países que mais lançam novos produtos e embalagens, mas está longe de ser um dos mais inovadores porque as empresas nacionais ainda não enxergam o valor que o Marketing pode criar aos produtos, me disse Antonio Peres, presidente da Peres & Partners, responsável pelo Selo Produto do Ano. Quer saber mais, leia a entrevista aqui e conheça os produtos eleitos. Via HSM

Estudo da JWT: As dez tendências do mercado para 2010

A JWT Intelligence, braço de pesquisa da rede global de agências, acabou de lançar um estudo chamado Work in Progress – 10 Trends for 2010, que traz as 10 tendências que vão guiar ou ter um impacto significativo no comportamento de consumo no próximo ano.

São elas:

• Busca pela estabilidade: consumidores esperam para ver sinais mais fortes de estabilidade para voltar a gastar.
• Leitura do rodapé do anuncio: detalhes das embalagens e letras pequenas em anúncios serão mais notadas.
• Transparência máxima: pessoas demandarão informações sobre ingredientes, calorias, emissão de carbono por causa da produção e fontes dos produtos.
• O diabo veste embalagem: com o foco da sociedade no custo ecológico de embalagens, as marcas irão mudar para soluções recicladas, de reuso, etc.
• BIC: Brasil, Índia e China estão emergindo mais rápido do que nunca, sob os pontos-de-vista econômico e político.
• Fluxo da inovação: os produtos criados em mercados emergentes estão invadindo o mundo desenvolvido, onde já são considerados alternativas mais simples e baratas.
• Novas ferramentas para um mundo mais idoso: proliferação de produtos e serviços para a terceira idade, que quer viver de maneira independente pelo máximo de tempo possível.
• Vida em tempo real: a internet move a percepção do que é ser atual para o ‘exatamente agora’.
• Importância do local: com tecnologia de mapas e dispositivos móveis, a conversa das marcas deverá entender onde o consumidor está, o que ele faz e o que ele pensa naquele momento.
• Fluência do visual: o processo de mudança das palavras para as imagens irá acelerar, e veremos novas maneiras de explicar e dar luz a assuntos complexos.

Se quiser comprar o estudo completo, clique aqui. Via MMOnline

Como fazer a inovação funcionar

Ser inovadora é a meta de toda organização. Porém, nem todas conseguem colocar em prática esse plano. Nesse vídeo, Paddy Miller, professor do IESE Business School – uma das principais escolas de Negócios do mundo, que faz parte da Universidade de Navarra – fala sobre os cursos de inovação oferecidos pelo IESE e aborda técnicas para difundir a inovação por toda a organização. Via Época Negócios

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