Categoria: Carreira

O que acontece quando não acontece?

Republico aqui um post muito legal para geração Y, original do blog Minha Carreira

Pedro tem 21 anos e está no último ano da faculdade. Adora a empresa onde trabalha e tem grandes expectativas de ser efetivado quando se formar. Durante uma aula, teve uma ideia que logo associou a um projeto do trabalho. Ao chegar em casa nem abriu o MSN, foi direto para o Excel fazer um cronograma e uma apresentação do projeto no Power Point. No dia seguinte, no trabalho, mostrou sua ideia com muita empolgação para alguns colegas, que a acharam brilhante, e logo foi conversar com seu gestor. A receptividade também foi positiva e a implementação do projeto dependia apenas da aprovação do diretor da área. Pedro foi para casa já pensando nos desdobramentos do projeto, muito animado e ansioso. No dia seguinte soube que não foi aprovado por não ser prioridade dentro do orçamento.

Nem preciso dizer como nosso personagem se sentiu. Frustrado, muito frustrado.

Lidar com a frustração é um aprendizado contínuo para qualquer pessoa. Não é porque alguém é mais experiente que não tem esse sentimento quando algo não ocorre como o esperado, mas para a Geração Y, esse sentimento pode ser mais complexo.

Levando em consideração o histórico dos Y, que eram sempre reconhecidos e recebiam aprovação por qualquer coisa que faziam, um “não” pode ser catastrófico, mas é inevitável quando se encara o mercado de trabalho. E como lidar com essa terrível sensação?

Já sabemos que chorar, espernear ou pedir demissão não adianta. Essa última reação muitas vezes é o primeiro impulso nessas situações, mas é preciso ter uma boa dose de bom senso e maturidade para enxergar que o mundo não se resume àquele problema. É um exercício que precisamos praticar e me incluo nesse grupo. Às vezes temos tantas ideias que esses “obstáculos corporativos” parecem um grande balde de água fria nas nossas cabeças revolucionárias. Dá vontade de largar tudo e viver de… blogs, quem sabe.

Nessas horas amadurecemos. Vamos aprendendo a lidar não só com o mundo exterior, mas principalmente com nós mesmos.

Depois do possível choro, do desabafo no banheiro e de desistir da demissão, o importante é tentar enxergar as razões pelas quais as coisas não ocorreram como era esperado, respirar fundo e não perder o pique. E, se você realmente acreditar que sua ideia é viável, pense em outras formas de fazer acontecer, ou então parta para o próximo projeto. Ideias não faltam, tenho certeza.

Por Liliane Fonseca

O verdadeiro poder por Vicente Falconi

O Professor Vicente Falconi lançou na ExpoManagement 2009 seu novo livro, intitulado “O VERDADEIRO PODER”, o qual considera como seu grande legado para as lideranças do nosso país.

Essa semana conclui a leitura do livro e indico para todos que buscam aperfeiçoamento profissional. O livro trata de como se atingir as melhores práticas do mundo em todas as áreas e ainda fortalece que o poder está na analise da informação para que você possa ter o conhecimento necessário e tomar a decisão certa.

Veja o vídeo especial com depoimentos dos presidentes das maiores empresas do país.

Quem é a Geração XD, que não conhece o mundo sem a internet?

Eles têm entre 8 e 14 anos e não conheceram o mundo sem internet. Formam o que a Disney chamou de Generation XD, filhos da Generation X (os nascidos entre 1961 e 1981). Naturalmente, ao batizar essa nova geração, a empresa aproveitou para reforçar a marca de seu mais novo canal, o Disney XD. A pesquisa, realizada junto com a TNS na Europa, com mais de 3.000 crianças, encontrou uma turminha que vive a tecnologia, mas também também pratica a interação pessoal, preocupa-se com o futuro e com a questão ambiental.

  • A garotada de 8 a 14 usa a tecnologia para melhorar e não para substituir a interação social. O contato pessoal ainda é o preferido quando se trata de encontrar amigos (30%). Mais do que a comunicação através de SMS (15%), chat via internet (14%), conversas pelo celular (8%).
  • No ranking de atividades mais comuns na internet, o 1o lugar fica com os jogos. O 2o, com os deveres de casa.
  • Essa é uma geração que tem hábitos financeiros saudáveis – 70% guardam suas economias em lugar de gastá-las imediatamente.
  • Os valores familiares e as vocações tradicionais sao mais fortes do que o interesse pela fama. As profissões que mais despertam interesse são – veterinário, professor, jogador de futebol, médico e policial.
  • Em todos os países europeus onde a pesquisa foi feita, as respostas das crianças colocaram as mães (43%) e os pais (30%) no topo da lista das pessoas mais admiradas.
  • 97% disseram que é importante cuidar do planeta e 74% responderam que reciclar é uma prática cotidiana em suas vidas.

De acordo com a Disney, a Generation XD tem um alto nível de compreensão de questões socio-econômicas, profundos valores familiares e já demonstram que seu comportamento terá forte impacto no futuro.

Via Crianças e Midia

Eline Kullock fala sobre a Geração Y

Eline Kullock, fundadora do Grupo Foco, fala sobre a “Geração Y” no mercado de trabalho, sua relação com a organização, novas profissões, como se destacar no processo seletivo de trainee e estágio, além do que as empresas buscam atualmente, em pauta de forma dinâmica e descontraída.

Entrevista com Adrian Pierini / Pierini Partners Argentina

Adrian Pierini é sócio diretor da Pierini Partners, uma agência de design que oferece soluções em comunicação baseadas em uma sólida plataforma estratégica e uma compreensão das particularidades globais. Com muita simplicidade e atenção, nos concedeu a entrevista exclusiva que segue abaixo. Desfrutem.

Fale um pouco da sua trajetória profissional até fundar a Pierini Partners. Entrei na universidade com a melhor média da minha turma em 1992 na universidade de Buenos Aires. O design gráfico como hoje entendemos não existia e as expectativas de triunfar nesta profissão não eram muitas. Uma forma de ganhar dinheiro era fazendo logomarcas, placas exteriores, algum ou outro folheto, nada relevante. Quando sai da universidade tentei mudar esse quadro e decidi abrir meu próprio studio de design junto com outros companheiros de profissão, e sem dúvida minha inexperiência era evidente e tudo finalizou em pouco tempo em um grande fracasso. Foi a partir daí que decidi capacitar-me ainda mais e busquei entrar em agências reconhecidas que permitiram me dar conta de meus erros e trazer para minha formação todo um perfil metodológico e comercial que havia sido impossível adquirir na universidade. Inicialmente entrei com o cargo de Design Senior em um importante Studio argentino, que hoje já não existe, chamado Avalos & Bourse. Nessa época, este lugar era o epicentro do design de embalagens local, tudo passava por ali: cervejas, vinhos, biscoitos, massas, etc. Qual era o seu grande diferencial? Qual era o segredo de seu êxito em um entorno hostil, duro e altamente competitivo? Seu valor agregada era a combinação de marketing e design, uma mistura até então desconhecida mas que com o tempo seria a origem de minha forma atual de entender o design.

Durante anos estive nesse lugar trabalhando para as mais importantes marcas argentinas, até que depois fui para outra agência menor, chamada Fernandez Raggio (que hoje, já não existe), este lugar representava para mim um grande desafio um vez eu ingressaria diretamente como diretor de design e me daria a possibilidade de demonstrar em um plano maior meus conhecimentos e por em prova a minha criatividade. Este agência cresceu rapidamente durante estes anos, tanto em relação a clientes como em prestígio, e minha capacidade de dominar mais e melhores projetos se havia consolidado. Até este momento eu já tinha mais de 250 criações de design realizadas para as mais variadas marcas e se poderia dizer que estava pronto para aceitar desafios mais complexos. Depois de 4 anos nessa agência fui trabalhar na Bridger Conway, uma empresa local que começava abrir-se ao mundo instalando seu primeiro escritório em Miami. Ali trabalhei como diretor na setor de criação de embalagens, responsável pela área do Estados Unidos e durante um tempo também atuei como diretor geral criativo. Desenvolvi design editoriais e de marca para importantes empresas instaladas em Miami, como Sony, Nickelodeon e diversos empreendimentos imobiliários. Durante esses anos também trabalhei em Miami e México projetando tanto de branding como de embalagens. Uma grande experiência, sem dúvidas.

O tempo passou e era momento de crescer ainda mais e subir ao último degrau, aquele que sonha, no fundo, todo designer: Criar sua própria agência. O contexto era outro e minha visão do meu trabalho havia se transformado, uma vez que o meu escritório seria construído a partir de conhecimentos sólidos de uma experiência profissional comprovada e disposta a dar soluções mais eficazes, além de distintas categorias. Assim nasceria Pierini Partners, uma agência diferente desde o essencial. Uma empresa sem lugar para dúvidas, mas que tem o foco na qualidade projetual e fundamentalmente nas conseqüências que essa qualidade conseguiria nos produtos dos meus clientes.

Para completar esse resumo da minha vida, prévia à formação da minha agência, gostaria de destacar meu trabalho como professor dentro e fora do país. Lecionei as disciplinas de design e imagem de marca, embalagens e instrução ao design estratégico, tanto na Universidade de Buenos Aires, como na Universidade de Palermo(Argentina) e acredito que o mais gratificante foram os diversos seminários e cursos que proferi no México, Bolivia, Paraguai, Equador, Chile, Colombia, Peru e Brasil. Através deles pude obter uma visão geral da problemática projetual geral regional e me permitiu compreender tantos os fatores internos, como externos que condicionam as demandas de produção do design. Em definitivo, poderia resumir a minha trajetória até essa data como uma mescla de formação, prática, investigação, ensino e muitíssimas satisfações.

Qual o grande diferencial da Pierini Partners?
Ao fundar a Pierini Partners, quis criar uma agência distinta que se liberte das ofertas superficiais que ao meu ver estavam invadindo o mercado local e busquei desenvolver uma estrutura comprometida com os objetivos comerciais dos clientes e construir através de nosso trabalho essa imagem de “sócio estratégico” que ao meu ver, estava seriamente desvalorizada. Pierini Partners devia transforma-se em sinônimo de qualidade, criatividade e eficácia. Estes princípios que nos inspiram são os que hoje nos posicionam como uma das agências argentinas de maior prestigio.

Que metodologia vocês aplicam no desenvolvimento do trabalho?
O processo de trabalho pode ser sintetizado da seguinte maneira:
1. Se dicute claramente os objetivos comerciais apresentados pelo cliente.
2. Se traduz esses objetivos em recursos visuais concretos que ajudem a dar respostas a demanda.
3. Para obter esses recursos se realiza uma investigação sobre a estética a abordar, códigos de comunicação, história, referências, análise do consumidor, etc.
4. São gerados distintos conceitos sobre os quais discutidos junto ao cliente para chegar à mensagem ideal.
5. É selecionado o conceito e se combina com uma reinterpretação dos recursos visuais relevantes. Estes se rompem, se sintetizam e se combinam até chegar ao equilíbrio ideal entre estética, funcionalidade e estratégia.
6. A proposta eleita é logo submetida a rigorosos controles durante a etapa de produção para conseguir lançar no mercado um design o mais fiel possível à idéia original.

O que caracteriza uma boa idéia?
Uma boa idéia, sobre o ponto de vista do marketing e da comunicação é aquela que produz um efeito encontrado no receptor da mensagem. No meu caso particular, considero que o objeto comunicacional se alcançou quando consegui decodificar com exatidão e isso culmina com o êxito de um lançamento. Não importa se esteticamente se uma peça é atrativa ou não, o que realmente resulta relevante é se esta conseguiu impactar o mercado, através de ferramentas como recordação, impulso de compra e desejo de recompra. Se esses pontos se alcançaram, então estamos diante de uma magnifica idéia.

Qual o combustível para se manter atualizado e como compartilha isso com sua equipe?
A investigação, a prática, a observação do mundo circundante e fundamentalmente a interatividade com nossos clientes. Hoje em dia ferramentas de comunicação massivas como internet simplificam e potencializam a quantidade da informações nos permitindo alcançar uma visão da realidade muito mais ampla. Através delas obtemos dados relevantes, tanto em nível cultura, como social e econômico nos trazendo índices de valorização e nos permitindo deduzir até onde se direcionam as novas tendências estéticas e condutas de consumo.

Qual mensagem daria para quem está iniciando no mercado e pretende atuar no segmento de design?
Que não se deixem enganar pela aparente simplicidade de nosso trabalho. Ter a responsabilidade de conduzir os destinos de uma marca e compreender que uma má direção pode acarretar no exito ou fracasso de um grande empreendimento comercial é o ponto de partida para entender a tarefa do marketing, a publicidade e o design em sua verdadeira dimensão.
Não se trata de combinar formas e cores, mas sim, saber interpretar os gostos e preferencias dos consumidores, atuando em função deles.

Quais sites e blogs você costuma acessar?

Apesar de utilizar a internet como uma ferramenta constante de consulta, não tenho um site preferido. Poderia citar aqui o Dieline.com como uma boa opção pela qualidade de peças que expõe e seus comentários de alto nível profissional.

O DNA do Inovador

Um artigo na HBR de Dezembro joga um pouco de luz no assunto Inovação. O artigo, escrito por Clayton Christensen, professor de Harvard, fala sobre a análise de um estudo de 6 anos que ele realizou. A ideia era tentar descobrir o que diferencia os líderes/empreendedores inovadores dos demais. Foram descobertas cinco habilidades que todos os inovadores possuem. Abaixo uma breve descrição de cada uma.

Habilidade 1 – Associação: Como o Steve Jobs costuma falar “Criatividade é conectar as coisas”. O estudo mostrou que a inovação muitas vezes acontece através da conexão de experiências ou conhecimento. Quanto mais diverso nosso conhecimento e experiências, mais conexões poderão ser feitas. O estudo mostrou que umas das experiências mais transformadoras na vida de pessoas inovadoras é passar por experiências internacionais e experimentar novas culturas. Nos “9 princípios de inovação do Google”, o princípio nº2 é “Ideias podem vir de qualquer lugar”

Habilidade 2 – Questionamento: O grande Peter Drucker já dizia que o importante não são as respostas certas mas saber fazer as perguntas corretas. Uma característica importante dos inovadores é questionar o statu quo. Não existe inovação sem as perguntas: Por que? Por que não? E se?

Habilidade 3 – Observação: Uma das filosofias da Toyota é “vá até o local e observe você mesmo”. Observar o usuário interagindo com o produto/serviço no dia a dia ajuda a descobrir insights que nunca teríamos fazendo pesquisas de mercado. O princípio de inovação nº6 do Google já diz tudo: Usuários, Usuários, Usuários.

Habilidade 4 – Experimentação: Thomas Edison costumava falar “Eu não fracassei. Apenas encontrei 10.000 maneiras que não funcionou”. O mundo é um laboratório. Empresas como o Google e Amazon conduzem centenas de pequenos experimentos todos os dias.

Habilidade 5 – Networking: Estamos falando de um tipo diferente de networking que costumamos ouvir por ai. O networking dos inovadores não é focado em se relacionar com o mercado ou cultivar o marketing pessoas. Eles buscam conhecer pessoas interessantes de diversas áreas e perspectivas. Um dos pontos importantes levantados pelo estudo é a participação em conferências como TED, Davos que sempre trazem insights valiosos. A inspiração de Michael Lazaridis, fundador da Research in Motion, para o aparelho de celular Blackberry aconteceu durante uma palestra da Coca Cola.

Imaginem dois profissionais de capacidade parecida. Damos a eles uma semana para criar uma nova ideia de negócio. O primeiro fica trancado no quarto pensando sozinho. O segundo, 1- fala com 10 pessoas (músicos, engenheiros, designers, economistas, etc) 2- visita 3 start-ups para observar como eles trabalham, 3- compra novos e inovadores produtos para experimentar, 4- mostra suas ideias e protótipos para várias pessoas e 5- Se pergunta “E se eu fizesse isso? Por que não tentar esse novo material? durante as quarto etapas anteriores.

Quem você acha que traria a ideia mais inovadora e viável?

Alguns dos empreendedores estudados: Steve Jobs (Apple), Jeff Bezos (Amazon), Marc Benioff (Salesforce.com), Herb Kelleher (Southwest Airlines), Peter Thiel (PayPal), Pierre Omidyar (eBay), Niklas Zennstrom (Skype), Michael Dell (Dell), Scott Cook (Intuit), entre outros. Via HSM/UoD

Você é um líder de verdade?

David Javitch, articulista da revista americana Entrepreneur, explica como as pessoas poderão usar as orientaçõesafirma que independente do ponto de vista, líderes de sucesso têm em comum as seguintes habilidades:

Ser objetivo: Como direcionar o progresso do negócio? Com metas claras e pré-estabelecidas. Muitos empreendedores desperdiçam dinheiro, tempo, mão-de-obra e equipamentos por não ter objetivos a curto, médio e longo prazo.

Somar competências: É importante ser visto pelos seus conselheiros, investidores e funcionários como um expert na sua área de atuação e no comando do negócio. Se a equipe não o achar capaz de liderar e nem preparado para assumir a gestão, dificilmente você será admirado, respeitado e seguido.

Montar um time forte:
Todo empreendedor, por mais capacitado que seja, tem pontos fracos. Por isso, é importante montar um time com pessoas credenciadas, de diversas áreas e capazes de inovar. Também é fundamental o gestor reconhecer que não sabe tudo. Ele deve estar aberto a novas ideias e jamais desconfiar da capacidade da equipe.

Comunicar bem: Especialistas em liderança são unânimes em afirmar que a comunicação eficiente é a alma de qualquer empresa. Se o chefe não se comunica bem com seus funcionários, ele não é capaz de coordenar. A conversa face a face ainda é o melhor meio de evitar ruídos na comunicação. Jamais trate temas sérios por e-mail ou telefone.

Ter bom relacionamento: Líderes de sucesso são, em geral, acessíveis, amáveis, extrovertidos, confiantes e agregadores. Eles se sentem confortáveis em suas posições. Sabem decidir e delegar tarefas. Essas características os ajudam a motivar pessoas a fazer um melhor trabalho e obter resultados satisfatórios.

Inspirar a equipe: Não raro, os funcionários precisam de alguém para se espelhar e ser uma fonte de inspiração. Este é mais um dos papéis do líder. Mesmo quando o trabalho vai bem, é fundamental manter as pessoas estimuladas. Apoie sempre a iniciativa e a criatividade.

Especial Inovação: Falta cultura às empresas brasileiras

Dos 36 produtos eleitos Produto do Ano de 2009 em pesquisa realizada pelo Ibope sob encomenda da Peres & Partners, apenas seis são de empresas genuinamente nacionais. Cinco da Ingleza, do segmento de limpeza, e um da Glamm, de vinhos. Multinacionais como Johnson & Johnson lideram o ranking de inovação com destaque para a Procter & Gamble com 11 produtos entre os mais inovadores do ano.

O Brasil é um dos 10 países que mais lançam novos produtos e embalagens, mas está longe de ser um dos mais inovadores porque as empresas nacionais ainda não enxergam o valor que o Marketing pode criar aos produtos, me disse Antonio Peres, presidente da Peres & Partners, responsável pelo Selo Produto do Ano. Quer saber mais, leia a entrevista aqui e conheça os produtos eleitos. Via HSM

Página 1 de 41234
Portugues EnglishEspaol



Arquivo


Central Blogs